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Futebol

Sob vaias, Fluminense empata com o Criciúma e continua com a corda no pescoço no Brasileirão

Com mais de 40 mil pessoas no Maracanã, tricolor é salvo pelo goleiro Fábio e sai de campo sob gritos de ‘Time sem vergonha’
Foto: MARCELO GONÇALVES/FLUMINENSE

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Com mais de 40 mil pessoas no Maracanã, o Fluminense deixou o campo sob muitas vaias após o empate em 0 a 0 com o Criciúma, que manteve o time com o risco de rebaixamento no Brasileirão. Com o resultado desta terça-feira, o tricolor está, temporariamente, na 15ª posição com 39 pontos.

Desde o primeiro minuto da partida, o Fluminense impôs seu jogo. Pressionou o Criciúma no campo de defesa, e abriu o jogo pelos lados. Sobretudo com a dupla Arias e Keno, que levaram o time ao ataque pela esquerda. Mas ter a posse de bola e certa liberdade para trocar passes não resultou em chances claras de gol.

Ao longo do primeiro tempo, o tricolor teve sete finalizações, mas apenas uma foi no alvo. Mesmo número do time catarinense, que claramente veio ao Rio para se defender e, talvez, aproveitar um contra-ataque.O time catarinense permanece no Z4, com 38 pontos em 17º lugar na tabela. Nas últimas rodadas, o tricolor enfrenta o Athletico-PR, fora de casa, o Cuiabá, no Maracanã, e o Palmeiras, em São Paulo.

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Em uma das finalizações, os jogadores do Fluminense pediram pênalti de Dudu. Após troca de passes, Arias cruzou e Keno chutou em cima do lateral. A bola até tocou nos braços do jogador, mas estavam cruzados no peito do atleta. A arbitragem marcou apenas escanteio.

Ao fim da etapa inicial, o tricolor perdeu uma peça importante. Ganso levou uma trombada numa dividida de bola e deixou o campo com dores na região lombar. Renato Augusto entrou no lugar do meio-campo.

O enredo não mudou no segundo tempo. Já de cara, Kauã Elias finalizou bem, mas Gustavo defendeu. Com Keno livre pelas pontas, o Criciúma dobrou a marcação sobre o jogador e dificultou as jogadas. Os catarinenses continuavam de olho num contra-ataque certeiro. E o gol só não saiu graças ao goleiro Fábio e à trave. Numa mesma jogada dentro da pequena área, Barreto finalizou duas vezes. A primeira ficou na trave; no rebote, ele chutou e Fábio salvou o Fluminense. Na sequência, Felipe Vizeu colocou a bola novamente na trave.

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O técnico Mano Menezes decidiu mexer no time. Tirou Martinelli, que saiu vaiado, e Kauã Elias para as entradas de Lima e Cano, respectivamente. Entre outras mudanças, teve a entrada de Serna no lugar de Bernal. Foi dele a roubada de bola e o toque para Renato Augusto, que teve a melhor chance do Fluminense no segundo tempo, com um chute colocado que passou muito perto do ângulo do gol de Gustavo.

Nos minutos finais, com os dois times cansados e um tricolor extremamente nervoso, o jogo caiu ainda mais de qualidade. O Fluminense praticamente se limitou a uma jogada: chuveirinho na área. Numa delas, Marquinhos colocou a bola no travessão, nos acréscimos, para desespero da torcida, que cantou, ao fim, “Time sem vergonha”.

 

Por Extra

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