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Eleições 2026

PL diz ao Republicanos que não abre mão de candidatura própria em Mato Grosso

Aliança no estado se tornou uma das reivindicações do Republicanos para apoiar candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência
Edilson Rodrigues /Agência Senado

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O PL diz que não vai abrir mão da candidatura do senador Wellington Fagundes ao Governo de Mato Grosso, apesar da pressão feita pelo Republicanos para que o partido se alie ao atual governador, Otaviano Pivetta (Republicanos).

O palanque de Mato Grosso se tornou uma das principais moedas de troca do Republicanos para se coligar ao PL e apoiar a candidatura a presidente de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O partido descarta uma aliança nacional com Lula (PT), mas ainda avalia ficar neutro.

Na semana passada, Fagundes conversou por telefone com o presidente do Republicanos, o deputado federal Marcos Pereira (SP), e informou que o partido não vai retirar a candidatura dele.

A posição foi reforçada na última terça-feira (7) pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto, durante reunião com o senador e com o presidente estadual da sigla, Ananias Filho, secetário de governo de Cuiabá.

“Sem chance alguma [de recuar]. Chance zero. Possibilidade zero. A candidatura de Wellington Fagundes para o governo já está sacramentada, só falta ser homologada pela convenção”, diz Ananias.

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O PL argumenta que é a vez de o Republicanos ceder. A sigla diz que deixou de lançar Fagundes em 2022 para apoiar a reeleição de Mauro Mendes (União Brasil), a despeito do que queria inicialmente o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Afirma, ainda, que Pivetta está no governo, como vice ou como governador, desde 2019, quando Mendes foi eleito pela primeira vez.

Pereira se reuniu com Valdemar e o coordenador político da pré-campanha de Flávio, senador Rogério Marinho (PL-RN), na quarta (8), na sede do PL. Houve conversas sobre os palanques de Mato Grosso, Acre, Espírito Santo e Minas Gerais, onde os partidos tentam caminhar juntos.

 

Por Folha de SP

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