Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
Fraude em consignados

MPMT investiga Banco Master e outras 21 empresas por fraudes nos consignados

Ministério Público de Mato Grosso intensifica investigações sobre suposto esquema envolvendo 22 empresas e denúncias de irregularidades em empréstimos a servidores estaduais

publicidade

O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Núcleo de Defesa da Cidadania de Cuiabá, intensificou as investigações sobre um suposto esquema de fraudes em empréstimos consignados voltados a servidores públicos estaduais. Informações reveladas pelo jornal A Gazeta apontam que 22 empresas estão sendo investigadas.

A denúncia sobre fraudes nos consignados foi feita pelo presidente do Sindicato dos Profissionais da Área Meio do Poder Executivo de MT (Sinpaig-MT), Antônio Wagner de Oliveira, que encontrou irregularidades ao auditar contratos de empréstimos de servidores, que procuraram o sindicato para denunciar cobrança indevida, fraudes na modalidade do cartão e outras irregularidades.

Entre as instituições no foco das autoridades está o Banco Master, envolvido em desdobramentos de nível nacional, Segundo a reportagem, uma das empresas investigadas, a Eagle Sociedade de Crédito, teria sondado o MP para a possível celebração de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para mitigar sanções.

“Os servidores estão depositando esperanças no Ministério Público, estamos todos confiantes de que o órgão ministerial vai apurar cada uma das denúncias e verificar aquilo que o Sinpaig tem denunciado há anos, o servidor público foi lesado e maltratado por instituições que jamais deveriam operar no estado”, afirmou Wagner.

Leia Também:  Mudanças no Pix: saiba como consultar e regularizar pendências no CPF

Também existem dois inquéritos que investigam irregularidades dos consignados em Mato Grosso que se encontram na Justiça Federal, após a justiça estadual acatar o pedido da defesa dos sócios-proprietários da empresa Capital Consig.

Os inquéritos apuram crimes contra as relações de consumo e associação criminosa, crimes contra o sistema financeiro, de gestão fraudulenta, contabilidade paralela e descumprimento de obrigações perante o Banco Central.

Por Assessoria SINPAIG/MT
COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade