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Política

Governo Lula sobe o tom e rebate ataques de Elon Musk ao STF

O bilionário, dono do X (antigo Twitter), disse que iria descumprir as decisões judiciais do ministro Alexandre de Moraes e liberar o conteúdo que ele mandou bloquear
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O governo Lula subiu o tom e reagiu aos ataques feitos por Elon Musk, dono do X (antigo Twitter), ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. O bilionário americano havia dito que iria desrespeitar as determinações da Corte suspendendo contas na rede social e requerendo informações sobre usuários.

Na manhã deste domingo, o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta, escreveu em suas redes sociais que “o Brasil é um país soberano” e que não vai permitir que “ninguém, independente do dinheiro e do poder que tenha, afronte nossa Pátria”.

Na manhã deste domingo, o ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta, escreveu em suas redes sociais que “o Brasil é um país soberano” e que não vai permitir que “ninguém, independente do dinheiro e do poder que tenha, afronte nossa Pátria”.

A resposta foi direcionada a Musk, que afirmara mais cedo que iria publicar tudo o que foi exigido por Moraes e que o ministro “deveria renunciar ou sofrer impeachment”. A ofensiva do empresário começou no sábado, quando ele compartilhou publicações do jornalista americano Michael Shellenberger que apontavam supostas violações da liberdade de expressão no Brasil.

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Desde então, Musk tem feito acusações sobre o Supremo. Afirmou que Moraes “aplicou multas pesadas, ameaçou prender nossos funcionários e cortou o acesso do X no Brasil”, e que iria “levantar todas as restrições (impostas)”.

Embora Moraes não tenha se manifestado, integrantes do governo federal saíram em sua defesa. No próprio sábado, o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, defendeu urgência para regulamentar as redes sociais no país, para evitar que “bilionários com domicílio no exterior” descumprissem ordens judiciais e ameaçassem as autoridades brasileiras.

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