Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.
CONSUMO SEGURO

Compra de medicamento pela internet exige cuidado redobrado do consumidor

Antes de finalizar a compra, é importante verificar se a farmácia é regularizada, se o produto tem procedência e se a venda segue as exigências sanitárias
Reprodução

publicidade

A compra de medicamentos por plataformas digitais tem se tornado cada vez mais comum, oferecendo praticidade e facilidade de acesso ao consumidor. No entanto, a conveniência não deve deixar de lado os cuidados necessários para garantir a segurança do tratamento. A aquisição de medicamentos pela internet segue regras específicas e exige atenção à procedência dos produtos, às informações disponibilizadas e às condições de venda.

No Brasil, a comercialização de medicamentos por meios digitais deve estar vinculada a estabelecimentos farmacêuticos regularizados e seguir as normas sanitárias vigentes. A oferta de determinados medicamentos também possui restrições específicas, principalmente aqueles que exigem prescrição médica e controle especial.

Para o consumidor, um dos primeiros cuidados é verificar se a plataforma está vinculada a uma farmácia ou drogaria autorizada a funcionar. Também é importante conferir informações como nome e endereço do estabelecimento, responsável técnico e canais oficiais de atendimento. Desconfiança deve surgir diante de ofertas muito abaixo dos preços praticados no mercado ou de sites que não apresentam informações claras sobre a empresa responsável pela venda.

Leia Também:  Projetos do Executivo que valorizam servidores são aprovados pela Câmara de Cuiabá

Outro ponto importante é observar a embalagem e as condições de entrega. Medicamentos devem chegar ao consumidor devidamente lacrados, dentro do prazo de validade e sem sinais de alteração. Produtos que necessitam de condições específicas de armazenamento, como temperatura controlada, também exigem atenção durante o transporte.

“Assim como acontece na compra presencial, a aquisição de medicamentos por plataformas digitais precisa estar associada a segurança, procedência e orientação adequada. A facilidade da compra online não substitui a avaliação de um profissional de saúde e nem os cuidados necessários para o uso correto do medicamento”, destaca o farmacêutico Maurício Filizola, presidente da Rede de Farmácias Santa Branca.

A orientação também vale para o uso de medicamentos isentos de prescrição. Mesmo nesses casos, a automedicação pode apresentar riscos, principalmente quando há uso simultâneo de outros medicamentos, doenças preexistentes ou sintomas persistentes. O farmacêutico pode auxiliar na escolha adequada e orientar sobre possíveis interações, contraindicações e a forma correta de utilização.

Maurício explica que a expansão dos canais digitais deve caminhar junto com a responsabilidade sanitária e a assistência farmacêutica. “O consumidor deve priorizar estabelecimentos regularizados, desconfiar de ofertas suspeitas e buscar orientação profissional sempre que tiver dúvidas sobre medicamentos ou tratamentos” complementa o profissional.

Leia Também:  Operação Carnaval 2026: PRF intensifica fiscalização de rodovias

 

Por Isto Aê

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade