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MÍDIA NACIONAL

Repórter Brasil destaca Pedro Taques alinhado à Constituição e às leis ambientais

“A campanha afirma que a composição busca reunir ‘trajetórias complementares’ entre o agronegócio e as pautas sociais”, destaca a reportagem veiculada nesta segunda-feira (10).

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Os jornalistas Daniel Camargos e Carlos Juliano Barros, do Repórter Brasil, publicaram, nesta segunda-feira (10), reportagem destacando que as candidaturas ao Senado no Mato Grosso são dominadas pela Soja e a Mineração. O texto mostra a tendência das pautas conservadoras e a defesa do afrouxamento de controle ambiental; empresas ligadas a cabeças e suplentes das chapas associadas ao desmatamento e uso irregular de mercúrio e agrotóxicos.

Segundo a reportagem, há um discurso eleitoreiro do herói, construído para o infrator ambiental pego e autuado, e as violações ambientais tendem a ficar de fora da campanha e do noticiário local. Porém, a chapa de Pedro Taques, com Carlos Augustin, o Tete como suplente, e Guelda Andrade (PT), como segunda suplente, é citada por ter uma campanha que busca reunir “trajetórias complementares” entre o agronegócio e as pautas sociais.

O texto destaca que Taques defende o Código Florestal, um licenciamento ambiental mais eficiente, sem redução da proteção e uma regularização fundiária com segurança jurídica e preservação das áreas protegidas. Sobre mineração em terras indígenas, a campanha diz que qualquer autorização deve respeitar a Constituição e os direitos dos povos indígenas; sobre garimpo, diferencia a atividade legal e ilegal e defende reforçar a fiscalização contra crimes ambientais e exploração clandestina.

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Carlos Fávaro é citado por ser produtor, ter presidido a Aprosoja, ter sido Ministro da Agricultura e, como tal, por ter criticado a Moratória da Soja; por ter defendido a Lei Geral do Licenciamento Ambiental, que ampliou a Licença por Adesão e Compromisso e criou dispensas para determinadas atividades agropecuárias. Foi relator do PL da Grilagem, texto que amplia as ocupações de terras da União passíveis de regularização e o uso de autodeclaração sem vistoria prévia.

Mauro Mendes é citado pela Minerbras, mineradora de Luís Antônio Taveira Mendes, filho do candidato, que já foi autuada duas vezes pelo Ibama, as multas somam R$4,52 milhões, por uso irregular de mercúrio. Mauro também é lembrado por ser sócio de Valdinei Mauro de Souza, o Nei Garimpeiro, investigado pela Polícia Federal por usar irregularmente mercúrio.

Janaína Riva é citada por participação na Enernew Participações, holding de mineração. Ela já criticou, em uma entrevista de rádio, a demora na regularização de pequenos garimpeiros, defendeu uma força-tarefa para acelerar licenciamentos e questionou a destruição de máquinas que poderiam ser removidas.

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José Medeiros é citado por propor Projetos de Lei que priorizam a extração de minerais em unidades de conservação, terras indígenas e propriedades privadas; e outro que propõe regulamentar mineração, petróleo, gás e hidrelétricas em terras indígenas.

Antônio Galvan já foi autuado por desmatamento sem autorização, armazenamento irregular de combustível e estruturas de pulverização sem licença. Também foi condenado com outros produtores por plantar soja durante o vazio sanitário, período em que o cultivo é proibido para conter a ferrugem asiática.

Os detalhes você pode ler na matéria do Repórter Brasil, CLICANDO AQUI.

Por Assessoria
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