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Insatisfação

Idec divulga ranking dos segmentos mais reclamados pelos consumidores

Planos de saúde se mantêm no topo da lista com 30% de todas as queixas encaminhadas ao institutoem 2018

14/03/2019 - 14:03 (Foto: by Anemone123 from Pixabay )

O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) divulgou nesta quinta-feira, dia 14, um levantamento sobre os segmentos que mais geraram queixas de usuários no ano passado, em comparação com 2017 e 2016. No topo do ranking continuaram aparecendo os planos de saúde, com 30,2% das reclamações. Segundo a entidade, o maior problema, segundo os usuários, foram os reajustes abusivos, principalmente dos planos coletivos, que não são regulados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Os serviços financeiros surgiram em segundo lugar no rol de reclamações (16,8%). Neste caso, problemas com cartões de crédito, contas-correntes e cadernetas de poupança foram responsáveis pelo maior número de registros desse segmento (22,5%), principalmente por falta de informações, cobranças de tarifas contestadas pelos clientes, dificuldades de contratação e cancelamentos.
Na terceira posição do ranking apareceram as queixas contra produtos (16,7% do total). Neste caso, os problemas mais reclamados foram itens com defeito, descumprimento de ofertas e falhas na informação dada aos consumidores.
No caso das reclamações contra serviços de telecomunicações, os destaques foram problemas com TV por assinatura e internet, combos de serviços e telefonia móvel pré-paga.
CONFIRA OS RANKINGS COMPARATIVOS
Queixas em 2018
1º - Planos de saúde - 30,2%
2º - Serviços financeiros - 16,8%
3º - Produtos - 16,7%
4º - Telecomunicações - 15%
5º - Água, energia e gás - 4,1%
Outros - 15,7%
 
Queixas em 2017
1º - Planos de saúde - 23,4%
2º - Produtos - 17,8%
3º - Serviços financeiros - 16,7%
4º - Telecomunicações - 15,8%
5º - Água, energia e gás - 7,2%
Outros - 19,1%
 
Queixas em 2016
1º - Planos de saúde - 28,06%
2º - Serviços financeiros - 19,2%
3º - Produtos - 16,7%
4º - Telecomunicações - 14,4%
Outros - 21,52%
Fonte: O Globo Online | Edição: Redação