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Restrição

Rosa restringe acesso de servidores ao PJe com medo de vazamentos

13/09/2018 - 11:10 (Foto: )
No primeiro mês de gestão, a  presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministra Rosa Weber, restringiu o acesso de servidores e terceirizados ao Processo Judicial Eletrônico na Corte por temer vazamentos de informações. Anteriormente, o acesso era liberado aos servidores internos e terceirizados.
Dentre as primeiras sessões presididas pela ministra estava o julgamento que analisou o registro de candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na ocasião, a Corte barrou sua candidatura por maioria.
 
Discurso de Posse

Em seu discurso de posse, em 14 de agosto deste ano, Rosa afirmou que o papel do TSE é "o processo diário de fortalecimento das instituições da democracia". “Isso, claro, como uma inerência da vida política brasileira, na certeza de que, ano após ano, o valor que a palavra democracia encerra se enraíza cada vez mais fundo em nossas consciências, a ponto de não mais podermos abstrair desse valor sem sentir a perda, na mesma medida, de parte da nossa essência. Tanto mais sólida a nossa democracia quanto maiores os nossos esforços no sentido da estabilidade, segurança, lisura e transparência do processo eleitoral, com respeito às regras estabelecidas”, disse.

Para a ministra, cabe à Justiça Eleitoral assegurar a normalidade e a legitimidade das eleições, observados os meios que nosso regime jurídico-constitucional impõe, nos estritos termos das leis de regência. "Quem exerce o poder político tem o poder-dever de zelar para que o jardim da democracia seja constantemente regado pelos valores que permeiam a Constituição e a ordem internacional", afirmou na posse. 

Fonte: ConJur | Edição: Redação