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GNV
Gás natural veicular (GNV) é um combustível disponibilizado na forma gasosa, a cada dia mais utilizado em automóveis como alternativa à gasolina e ao álcool.
 
O GNV trabalha com uma pressão de 220 bar, enquanto que o GLP o faz a somente 8 bar. Além de ser mais leve que o GLP, o GNV é armazenado em um cilindro sem costuras, bifurcações ou soldas, sendo uma peça completa, já o GLP possui uma costura em volta de seu cilindro. O cilindro para GNV passa por um processo de tratamento chamado têmpera que consiste em aquecer o material até temperaturas elevadas e depois submergi-lo em um fluido com substâncias que quimicamente contribuirão para aumentar a resistência do material.

No Brasil ocorreu uma corrida para a instalação de GNV nos motores a gasolina e a álcool.
 
No entanto, com a crise na Bolívia, a partir do decreto de nacionalização da exploração de hidrocarbonetos realizada por Evo Morales, houve redução no crescimento.

A economia com a utilização do GNV chega a 66%, sendo indicado para usuários que rodam acima de mil quilômetros por mês, devido ao custo da transformação do veículo.

É um combustivel extremamente seguro se o veículo for preparado em uma oficina credenciada; os acidentes registrados até hoje são em função de adaptações realizadas por pessoas não habilitadas a realizá-las.

Há uma pequena perda de potência sentida em carros de menor potência ou quando a conversão não é bem feita. Em recente corridas de carros convertidos, os pilotos não sentiram diferença. Os tempos praticamente se mantiveram como com os carros a gasolina. Como todo combustível fóssil, um dia vai acabar. Porém, será um dos últimos, pois suas reservas provadas são maiores que qualquer outro combustível fóssil.

Perda de potência em torno de 10%, inclusive pela colocação de um pouco mais de peso no veículo. Um cilindro médio para GNV pesa em torno de 70 kg, ou seja, o peso de um adulto médio.

Mesmo que esteja usando só o gás natural, o correto é deixar um pouco de gasolina no carro, pois é aconselhável que se faça o veículo funcionar em seu combustível original, ao menos 5 minutos ao dia, para evitar o ressecamento das mangueiras de combustível, formação de goma nos bicos injetores, e evitando que a bomba do combustível original funcione seca, sem combustível, com risco de danificar-se por falta de lubrificação.
 
 
Oficinas de conversão
 
  • somente instalar em oficinas registradas no INMETRO (lista em www.inmetro.gov.br)
  • exigir que o instalador execute o teste de emissões, ele deve ter o analisador de gases na própria oficina, se não tiver, procure outro.
  • exigir do instalador a nota fiscal do serviço e do kit com a discriminação de todos os componentes instalados.
  • exigir o "Rol de Qualidade" (Regulamento do INMETRO) totalmente preenchido.


Fonte: da Redação